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ASERC - Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito

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Publicado em 25/01/2018 01:37

Três em cada dez financiamentos imobiliários são por consórcios

No Consórcio Luiza, modalidade cresceu 12% nos três primeiros trimestres de 2017

Três em cada dez imóveis financiados no Brasil são realizados por meio de consórcios, de acordo com a Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio). Também, pudera. A modalidade tem diversos benefícios quando comparada ao financiamento tradicional, como a possibilidade de não ter que desembolsar o valor de entrada, além de as parcelas e taxas serem menores. O segmento, que não para de crescer, tem, atualmente, 830 mil cotistas no país.

O setor de imóveis, ainda de acordo com a Abac, teve, até o terceiro trimestre de 2017, quando os últimos dados foram compilados, média nacional de potencial em participação de 29,1%. Os números do Consórcio Luiza, há 25 anos no mercado e empresa do Grupo Magazine Luiza, corroboram esses dados. A venda do segmento por cota de imóvel também apresentou um crescimento de 12% no ano de 2017, em relação ao mesmo período de 2016. Na empresa, os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Paraná destacaram-se, com crescimento de 229%, 228%, 54% e 35% respectivamente.

A diretora do Consórcio Luiza, Edna Honorato, explica que o consórcio é flexível e permite ao cliente adquirir a casa própria e imóveis comerciais, novos ou usados, nas áreas urbana ou rural, em qualquer parte do país, sem a necessidade de ser na cidade ou no estado onde o cliente reside. “Muitos dos nossos clientes adquirem suas casas conosco, mas não param, geralmente, nelas. Após a primeira residência, optam por uma casa na praia ou no campo, ou mesmo um imóvel para locação”, explica.

Na ponta do lápis, a modalidade também é vantajosa. No Consórcio Luiza, em um imóvel, por exemplo, de R$ 400 mil, em 180 meses, as parcelas ficam, em média, de R$ 2.819,00. Até 31 de janeiro, no entanto, o Consórcio Luiza dará 10% de desconto na taxa de todo consórcio de imóvel, o que, neste caso, gerará uma economia de R$ 8.300,00 ao final do plano. Em um financiamento tradicional bancário, no qual os juros podem chegar a 10% ao mês, esse mesmo financiamento sairia, pelo menos, R$ 68 mil mais caro.

Fonte: http://abac.org.br/sistema/noticiasTextuais/1_(201801194952)qual_imovel2.pdf