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ASERC - Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito

Informativo

Publicado em 26/02/2018 08:16

Consórcio deve continuar em alta este ano

Balanço até novembro de 2017 indica crescimento tanto em veículos leves como pesados

Ao divulgar balanço parcial de 2017, que indica alta na venda de novas cotas tantos de veículos leves como pesados, a Abac, Associação Brasileira da Administradoras de Consórcio, previu números ainda melhores para este ano.

“A confiança demonstrada pelos consumidores e empresários de praticamente todos os setores da economia vêm aumentando e, assim, vislumbramos um 2018 melhor”, comentou na terça-feira, 30, o presidente executivo da entidade, Paulo Roberto Rossi.

Sem arriscar palpites quanto ao índice de expansão, disse que são vários os fatores que apontam para a aceleração dos negócios: “Certamente haverá espaço e oportunidades para investimentos em bens patrimoniais ou de bens móveis duráveis, bem como serviços de diversas naturezas, para os quais o consórcio poderá se tornar a melhor opção para realização pessoal, familiar ou até mesmo empresarial”.

O balanço divulgado na terça-feira, 30 pela Abac, refere-se ao período de janeiro a novembro de 2017. Foram comercializadas pouco mais de 1 milhão de novas cotas de automóveis e comerciais leves, com alta de 6,7% em relação às 971,3 mil do mesmo período de 2016. O segmento atingiu 3,47 milhões de participantes ativos, número 4,5% superior ao de um ano antes (3,32 milhões).

O desempenho no segmento de veículos pesados foi ainda mais positivo. Foram comercializadas 52,35 mil novas cotas de janeiro a novembro, ante as 45,8 mil dos primeiros onze meses de 2016, expansão de 14,2%. Os créditos comercializados no segmento de pesados também anotaram crescimento, de 24,5%, atingindo R$ 7,92 bilhões. O tíquete médio – valor desembolsado na hora da aquisição – subiu 12%, de R$ 139,6 mil para R$ 156 mil. Em novembro, o consórcio de caminhões, ônibus e afins atingiu 280,5 mil participantes ativos.

No segmento de veículos leves, o tíquete médio ficou estável em R$ 39 mil. A potencial participação das contemplações nas vendas do mercado interno foi de 28,6%, ou seja, quase 1/3 das transações relativas a automóveis e comerciais leves foram realizadas via consórcio.

Fonte: http://abac.org.br/sistema/noticiasTextuais/1_(201802141337)autoindustria.pdf