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ASERC - Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito

Informativo

Publicado em 17/04/2018 09:15

Consórcio de pesados cresce 23,8%

A venda de novas cotas de veículos leves também teve alta em janeiro, só que menor, de 5,7%

Todos os indicadores do sistema de consórcio de veículos começaram o ano em alta. O número de cotas comercializadas de automóveis e comerciais leves cresceu 5,7% em janeiro no comparativo com o mesmo mês do ano passado e o de caminhões, ônibus, implementos e tratores teve expressiva alta de 23,8% no período.

De acordo com o mais recente balanço da Abac, Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio, foram comercializadas no primeiro mês do ano total de 85 mil cotas de veículos leves, contra as 80,4 mil do mesmo mês de 2017. No caso dos pesados a venda totalizou 3,9 mil cotas, contra as 3,15 mil de um ano antes.

Também foi maior, no mesmo comparativo, o valor do tíquete médio das compras. O dos automóveis e comerciais leves ampliou-se em 1,7%, passando de R$ 40,2 mil para R$ 40,9 mil, e o dos pesados subiu 3,7%, saltando de R$ 141,7 mil para R$ 146,7 mil.

No caso dos veículos leves, a potencial participação das contemplações nas vendas do mercado interno foi de 31%, ou seja, o sistema tem potencial para vender 1/3 do que é negociado domesticamente. Nesse segmento, o número de participantes ativos passou de 3,4 milhões em janeiro de 2017 para 3,52 milhões no primeiro mês deste ano, crescimento de 3,7%.

O volume de créditos comercializados para a compra via consórcio de automóveis e comerciais leves atingiu R$ 3,47 bilhões, 7,4% a mais do que os R$ 3,23 bilhões de janeiro do ano passado.

Quanto ao segmento de pesados, o número de participantes subiu de 281,5 mil para 285 mil no mesmo comparativos, alta de 1,2%. O volume de créditos comercializados no segmento foi de R$ 572,3 milhões, 28,5% a mais do que os R$ 445,37 milhões de janeiro de 2017. Na mesma relação, o número de consorciados em condições de comprar um veículo pesado cresceu 7,5%, atingindo 2,85 mil este ano.

Segundo o presidente da Abac, Paulo Roberto Rossi, as perspectivas seguem positivas para o ano. “Ao considerarmos que a inflação segue em baixa e controlada e o índice de confiança do empresário industrial está maior do que em 2017, mantemos o otimismo na retomada econômica, apesar de ser um ano eleitoral e de copa do mundo de futebol”.

Fonte: http://abac.org.br/sistema/noticiasTextuais/1_(201804095041)autoindustria.pdf