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ASERC - Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito

Informativo

Publicado em 15/05/2018 04:55

Procura por consórcio de pesados cresce 21,1%

Venda de novas cotas de veículos leves teve expansão menor, de 4,6%

Todos os indicadores do sistema de consórcio do segmento de veículos foram positivos no primeiro trimestre deste ano. A venda de novas cotas de veículos pesados, que inclui caminhões e máquinas agrícolas, teve alta de 21,2%, totalizando 10,9 mil contra 9 mil em idêntico período de 2017.

Também o consórcio de automóveis de comerciais leves cresceu, só que em índice menor, de 4,6%. Foram comercializadas no trimestre 266,3 mil novas cotas, expansão de 4,6% sobre as 254,6 mil do primeiro trimestre de 2017.

As contemplações no segmento de leves saltam de 132,5 mil para 144 mil no mesmo comparativo, expansão de 8,7%. O número de participantes ativos saltou de 3,42 milhões para 3,56 milhões do ano passado para este, crescimento de 4,1%.

No caso dos pesados, março encerrou com 278,5 mil participantes ativos, 3,8% a mais do que nos primeiros três meses de 2017. Os dados foram divulgados na quarta-feira, 2, pela Abac, Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio.

Na avaliação do presidente da entidade, Paulo Roberto Rossi, os números refletem a gradativa recuperação da economia brasileira. “Considerando todos os segmentos contemplados pelo consórcio, incluindo também motocicletas, imóveis e serviços, houve 200 mil adesões em março, um recorde mensal do setor. É um dado que reforça o crescente amadurecimento do consumidor frente às suas finanças pessoais”.

O volume de créditos comercializados no segmento de veículos pesados atingiu R$ 1,63 bilhão de janeiro a março deste ano, expansão de 23,5% sobre o mesmo período de 2017. As contemplações cresceram 17,7%, atingindo 8,3 mil no primeiro trimestre de 2018. O tíquete médio de compra no segmento teve pequena elevação, passando de R% 151,4 mil para R$ 152,8 mil.

Em relação aos veículos leves, o total de créditos comercializados saltou de R$ 10,54 bilhões para R$ 11 bilhões no comparativo anual, com alta de 4,6%. O tíquete médio, nesse caso, sofreu pequena retração de 1,2%, baixando de R$ 42,7 mil no ano passado para R$ 42,2 mil este ano.

Fonte: http://abac.org.br/sistema/noticiasTextuais/1_(201805081202)autoindustria2.pdf