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ASERC - Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito

Informativo

Publicado em 14/08/2018 08:42

Consórcio de Imóveis: 75% preferem residências urbanas

As residências urbanas dispararam na preferência dos participantes do Consórcio de Imóveis no último ano

As residências urbanas dispararam na preferência dos participantes do Consórcio de Imóveis no último ano. Na utilização dos créditos, elas passaram de 53,5%, em 2015, para 75,4%, em 2018. Foi o que revelou o mais novo levantamento da ABAC junto a administradoras que atuam no segmento de imóveis.

Consórcio de Imóveis: 75% preferem residências urbanas

A pesquisa revelou que a segunda maior utilização do crédito pelos consorciados foi para aquisição de terrenos. Entretanto, houve queda no período, ao passar de 10,8% para 8,1%. Reformas e construções ficaram em terceiro lugar, mas caíram de 9% para 7,5%. Em quarto, apareceram os imóveis de veraneio (praia ou campo), com 2,9%, seguidos dos imóveis comerciais, com 2,1% da preferência. Os imóveis na planta responderam por 0,1%. Já 3,9% utilizaram o crédito para usos diversos, como compra de garagem, propriedade agrícola, quitação de financiamentos, dentre outros.

De acordo com a pesquisa, o prazo médio dos grupos de consórcio de imóveis é de 167 meses, e a taxa de administração mensal média é de 0,110%. O tíquete médio é de R$ 151,1 mil.

Os créditos e as parcelas deste segmento são corrigidos anualmente, considerando a data de constituição do grupo. O índice mais comum nos contratos de adesão é o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), sendo utilizado em 74% dos contratos. Os demais utilizam o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M ), o Custo Unitário Básico (CUB), dentre outros.

Do total pesquisado, 81,1% eram pessoas físicas, sendo 52,9% homens e 28,2% mulheres, e 18,9%, pessoas jurídicas. As 35,4 mil contemplações e os R$ 3,54 bilhões disponibilizados no período também registraram alta de 4,4%. Além disso, o segmento fechou junho com 862,5 mil participantes (alta de 7,3%) e tíquete médio de R$ 136,5 mil (alta de 3%). 

Fonte: https://www.jornaldoconsorcio.com.br/consorcio-de-imoveis-75-preferem-residencias-urbanas